sexta-feira, 5 de junho de 2009

A Minha Opinião a Cerca do Livro “Cão Como Nós”


Este livro e um relato encantador da historia de Kurica, um cão de raça paguel-breton que durante muitos anos acompanhou a família de Manuel Alegre.
No entanto este cão não era um cão como os outros, era um cão desobediente que fazia sempre o contrário do que lhe era proposto, podendo dizer-se que era um cão rebelde e que estava completamente nas tintas para as ordens que lhe davam.
Este pequeno livro de Manuel Alegre é simplesmente fascinante e incrível, porque é uma singela e emocionante homenagem a Kurica, ele era um cão que recusava ser cão porque queria ser como nós. O que me fez gostar mais ainda desta homenagem foi que Kurica entra nesta família como normalmente entra qualquer cão, sem protagonismo nem carinho, no entanto Kurica com a sua teimosia e forma de ser, consegui assumir-se naquela família e assim ter o seu lugar, tornando-se um deles.
Na parte final deste livro ainda fiquei mais comovido acabando mesmo por largar umas lágrimas com a morte de Kurica. Naquela família tudo mudou, era um espaço que estava vazio, um sentimento de revolta e de tristeza, era um cão mas naquela família já era muito mais, isto fez-me pensar e repensar o cão juntamente com a família não poderão aproveitar o tempo a cem porcento, tudo por causa da teimosia de uma cão mas nem só também por causa de uma homem podendo se aplicar a famosa afirmação, “Cão Como Nós”.
Recomendo este livro a qualquer pessoa, porque é de leitura rápida mas intensa e faz com que as pessoas no final de ler o livro reflictam sobre a hipótese de por em prática um lema de vida, “aproveitar a vida ao máximo” neste caso foi com um cão noutros e com uma pessoa ou outro tipo de animal.
Luis Pereira Nº14 10c

sexta-feira, 6 de março de 2009

A minha opinião a cerca do livro “Amor de Perdição”


Ao ler o livro “amor de perdição” de Camilo Castelo Branco, deparei-me com um livro de grande interesse público, porque e um livro que fala da vida das famílias num passado recente.
Eu gostei deste livro porque ao falar um pouco do que se passava no berço das famílias portuguesas, as rivalidades que havia entre elas e os amores proibidos que isto causava, no livro e entre os filhos, Simão Botelho e Teresa de Albuquerque de famílias rivais. Esta história faz-me recuar no passado para pensar como foi a adolescência dos meus avos e pais, mas também tentar perceber se casos como os que se passam no livro como “amores proibidos” por causa de maus relacionamentos entre as famílias se passam hoje em dia.
Enquanto lia o livro e ia esfolhando pagina a pagina nunca me apetecia parar de ler porque queria sempre saber o que vinha a seguir para tentar desvendar o fim e descobrir o que ia acontecer aquele “amor proibido”mas o suspense em volta da acção é grande o que torna o livro ainda mais excitante a medida que se vai lendo.
Quando eu cheguei ao fim do livro e me deparei com aquele final triste e desastroso, fiquei um pouco chocado, mas fiz uma pausa para reflectir, todas a pessoas que lerem este livro também ao se deparar com este fim vão reflectir, como eu fiz, isto ira fazer com que as pessoas pensem e comessem a agir em casos que possam existir hoje em dia.
Este livro trata de um assunto que não é indiferente a ninguém, e as pessoas a tomarem conhecimento desta trágica história vão poder no seu dia-a-dia mudar um pouco as suas acções, e assim fazer com que aja um mundo melhor para todos.
Desde já recomendo este livro a qualquer pessoa e de qualquer idade, porque acho que vai mudar a maneira de uma pessoa agir na vida, e assim as pessoas também poderem ajudar famílias que tenham o mesmo problema.
A mensagem que eu quero deixar deste livro é que, “viver a vida ao lado de uma pessoa que não se gosta não faz sentido”, porque isso e viver só por viver e não viver por gostar, por isso acho que quando a casos de “ amores proibidos” por causa das famílias, essas famílias só estão a perder tempo com isso porque ou vai acabar em tragédia ou em romance.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Quem Foi Agatha Christie




Agatha Christie
Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria concepção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando activamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de Janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.










A minha opinião a cerca do livro:

“Um Crime no Expresso do Oriente”


Ao ler o livro um crime no expresso do oriente encontrei uma história com muitas coincidências, uma delas logo ao começar, o grade numero de passageiros naquele comboio o que não e habitual. Mas enquanto lê-mos a história e passa-mos por estas coincidências, tenta-mos logo adivinhar um final para a história, mas torna-se muito difícil, então mal acabamos de ler um capitulo já querermos ler o próximo para saber mos o que se vai passar, e assim logo vimos se e o que estava-mos a imaginar para esta historia.
A medida que a acção se vai desenrolando, e que Poirot (investigador) tenta resolver o crime que se passara, naquele comboio, passamos por muitas possibilidades, porque temos pistas a “mais”, as coincidências aumentam, e ninguém se pode afirmar como inocente.
Quando começamos a ler os depoimentos, dos passageiros, tentamos descobrir o possível criminoso o que se torna difícil, mas motiva-nos para a leitura. Este caso parece impossível de desvendar, porque os passageiros vão se encobrindo uns aos outros.
Quando começamos a ler as opiniões de Poirot para resolver aquele caso parece me logo que o seu raciocínio ta certo, mas, logo ele arranja uma prova para não ser esse o desfecho, tornando a historia interessante ate a ultima pagina.
Ao logo da historia acaba por haver muitos possíveis criminosos, mas por fim Poirot acaba por descobrir os criminosos para esta historia. O desfecho desta história e muito interessante e diferente do normal por todas as pessoas daquela carruagem acabam por ter motivos para o anular.
Este livro ajudou me a alargar a minha imaginação, mas o que eu achei mais interessante nele como já referi anteriormente foi, o não termos o desfecho subentendido, não saber o depois (o que ira acontecer a seguir) e por fim saber que só uma pessoa naquela carruagem havia tare inocente, isto mostra ainda mais o imprevisível deste livro.
Aconselho as pessoas a ler este livro porque neste puderam encontrar um suspense que nos espanta a medida que o vamos lendo, vai fascinar os leitores com isto. Por isso o leitor vai querer ler sempre o capítulo seguinte para descobrir o fim, por isso, o livro passa a ser um “vício”, o que o torna muito agradável de ler.


Luís Miguel Freitas Pereira 10ºC Nº14