quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Quem Foi Agatha Christie




Agatha Christie
Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria concepção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando activamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de Janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.










A minha opinião a cerca do livro:

“Um Crime no Expresso do Oriente”


Ao ler o livro um crime no expresso do oriente encontrei uma história com muitas coincidências, uma delas logo ao começar, o grade numero de passageiros naquele comboio o que não e habitual. Mas enquanto lê-mos a história e passa-mos por estas coincidências, tenta-mos logo adivinhar um final para a história, mas torna-se muito difícil, então mal acabamos de ler um capitulo já querermos ler o próximo para saber mos o que se vai passar, e assim logo vimos se e o que estava-mos a imaginar para esta historia.
A medida que a acção se vai desenrolando, e que Poirot (investigador) tenta resolver o crime que se passara, naquele comboio, passamos por muitas possibilidades, porque temos pistas a “mais”, as coincidências aumentam, e ninguém se pode afirmar como inocente.
Quando começamos a ler os depoimentos, dos passageiros, tentamos descobrir o possível criminoso o que se torna difícil, mas motiva-nos para a leitura. Este caso parece impossível de desvendar, porque os passageiros vão se encobrindo uns aos outros.
Quando começamos a ler as opiniões de Poirot para resolver aquele caso parece me logo que o seu raciocínio ta certo, mas, logo ele arranja uma prova para não ser esse o desfecho, tornando a historia interessante ate a ultima pagina.
Ao logo da historia acaba por haver muitos possíveis criminosos, mas por fim Poirot acaba por descobrir os criminosos para esta historia. O desfecho desta história e muito interessante e diferente do normal por todas as pessoas daquela carruagem acabam por ter motivos para o anular.
Este livro ajudou me a alargar a minha imaginação, mas o que eu achei mais interessante nele como já referi anteriormente foi, o não termos o desfecho subentendido, não saber o depois (o que ira acontecer a seguir) e por fim saber que só uma pessoa naquela carruagem havia tare inocente, isto mostra ainda mais o imprevisível deste livro.
Aconselho as pessoas a ler este livro porque neste puderam encontrar um suspense que nos espanta a medida que o vamos lendo, vai fascinar os leitores com isto. Por isso o leitor vai querer ler sempre o capítulo seguinte para descobrir o fim, por isso, o livro passa a ser um “vício”, o que o torna muito agradável de ler.


Luís Miguel Freitas Pereira 10ºC Nº14